sábado, junho 22, 2024

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Cotidiano

30 de novembro – Dia do Evangélico

“Vós sois  o sal  da terra ; ora , se  o sal  vier a ser insípido , como lhe restaurar o sabor ? Para  nada  mais  presta  senão  para, lançado  fora , ser pisado  pelos homens . Vós sois a luz do mundo . Não  se pode  esconder a cidade  edificada  sobre  um monte ; nem  se acende  uma candeia  para colocá-la  debaixo  do alqueire , mas  no  velador , e alumia  a todos  os que se encontram na  casa .  Assim brilhe também a vossa luz  diante  dos homens, para que vejam as vossas  boas  obras  e  glorifiquem a vosso  Pai que está nos céus”. Mateus cap. 5 – vers. 13 à 16

Acredito que todo evangélico que crê e se auto declara como tal , deveria se aprofundar com intensidade nos textos contidos no evangelho de Mateus nos capítulos 5 , 6 e 7. Tenho como certo que somente se defrontando com o grande desafio proposto por Jesus Cristo nas palavras proferidas por Ele nos textos denominados o Sermão da Montanha , é que podemos iniciar a revolução transformadora interior que é exigido de nós , para que possamos ser chamados não somente de “evangélicos” , mas de “verdadeiros cristãos”.   

O texto acima é apenas uma pequena amostra do teor dos ensinamentos que Jesus estava ministrando para uma grande multidão. Eram homens e mulheres que o seguiam , todos sedentos por receber uma pequena parte das bençãos que estavam sendo repartidas graciosamente. Pessoas que viviam a margem da sociedade , esquecidas e relegadas a sua própria sorte. Vidas preciosas para Deus que estavam sendo acolhidas não apenas pelas palavras de conforto vindas através de Jesus , mais também sendo curadas nas suas enfermidades físicas , mentais e espirituais. Porém nesta passagem específica Jesus aproveita o momento e a ocasião. Uma grande multidão estava junto a ele. Um grande espaço físico representado pela encosta de uma montanha a beira do Mar da Galileia , estava a disposição. O momento certo era este. Jesus estava pronto para repartir a base principal dos seus ensinamentos. Negligenciar estes ensinamentos , nos deixa longe de compreender o seu sacrifício , de viver o seu Amor. 

A afirmação de Jesus no texto acima , nos leva ter a consciência do tamanho da nossa responsabilidade , do peso que representa e da diferença que devemos fazer no nosso meio. Ter a consciência que se não utilizarmos de forma correta o que nos foi “dado” , estaremos sendo descartados de forma irremediável , de forma irreversível. A figura linguística utilizada quando da referência de luz e trevas , demonstra exatamente a continuidade da responsabilidade adquirida com o conhecimento da verdade , ao não ser repartida com quem não possui. Possuir a “luz” que clareia e dirige , e a esconder , passa ser uma sentença de morte espiritual ,  àqueles que estão no “escuro”. O texto fala que somos possuidores de 02 bens preciosos e inestimáveis , o sal e a luz. Bens que alimentam e conduzem. Como podemos lançar mão destes presentes.

No dia de hoje , 30 de novembro comemoramos o Dia do Evangélico. Data instituída por decreto federal ( Lei 12.238 ) em 15 de setembro de 2010 pelo então presidente Luis Inácio da Silva. Mais o que  estamos celebrando hoje , e por qual motivo devemos celebrar na data de hoje. Afinal a data foi criada em gabinetes políticos , com finalidades que pouco podemos especificar. É apenas mais uma data lançada do “nada para o nada”. Mais um momento para pseudos evangélicos aproveitarem e tirarem proveito. Mais um dia usado para confundir as mentes de pessoas cheias de boa fé. Não podemos nos deixar enganar  por tudo aquilo que “reluz”. Não podemos estar coniventes com o engano , e muito menos auxiliar para que o engano seja realizado.

A finalização do texto no vers. 16 ,  nos diz : “Assim brilhe também a vossa luz  diante  dos homens, para que vejam as vossas  boas  obras  e  glorifiquem a vosso  Pai que está nos céus”. Que a minha , que a sua “Luz” , possa brilhar , iluminar , resplandecer diante de todos , sem exceção , e então as boas obras realizadas com todo Amor e devoção , possam mostrar e glorificar o Amor incondicional de Deus para o homem.

 

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